Drones agrícolas sem controle: ANAC revela que 12 mil aeronaves operam no “ponto cego” do SISANT

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O Perigo da falta de rastreabilidade e a ameaça à segurança aérea e ambiental

Uma resposta oficial da ANAC a presidência do  Instituto Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura (IBRAM) acendeu um alerta vermelho para a segurança nacional e a biodiversidade brasileira. Em 24 de fevereiro de 2026, o Brasil atingiu a marca de 12.344 drones cadastrados para pulverização agrícola.

No entanto, a agência admitiu uma lacuna crítica: não há registro de localização por estado ou município no sistema SISANT, pois essa informação não é obrigatória.

Os riscos de um cadastro incompleto: Do “bem” ao “mal”

A falta de controle rigoroso sobre a venda, compra e localização desses equipamentos gera riscos sem precedentes:

  • Insegurança aérea: Sem rastreabilidade imediata, drones podem ser usados para interferir em espaços aéreos críticos, como o ocorrido no Aeroporto de Guarulhos, onde operações irregulares forçaram o desvio de aeronaves.
  • Crime ambiental e mortandade de abelhas: A pulverização sem aviso prévio pode dizimar colmeias inteiras em poucas horas. Como a ANAC não exige georreferenciamento, o sistema de alerta regional torna-se impossível sem adesão voluntária.
  • Vácuo regulatório: Atualmente, não são exigidos Certificados de Operador Aéreo (COA) para esses operadores, e a maioria das aeronaves é classificada como Classe 3.

Posicionamento IBRAM e plataforma GeoIBRAM.com

O IBRAM reforça que a tecnologia de pulverização por drones, embora eficiente, exige responsabilidade. A omissão de aviso prévio é uma ameaça direta à segurança alimentar e à biodiversidade. Acesse e cadastre – se no GeoIBRAM.

Para superar essa omissão, os apicultores,  os melipocunicutores e o cidadãos poderão registrar na plantaforma geoibram.com as ocorrências de pulverizações ilegais no sentido do IBRAM solicitar as providencias perante o IBAMA e MP

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